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Talvez seja problema meu, mas eu continuo sem perceber qual a diferença entre a gripe A e as restantes gripes.
Todos os dias se ouve dizer que há novos casos, que há transmissão homem-homem, que há algumas mortes em certos países. Ora bem, o mesmo acontece com as outras gripes!
Facto é, que ainda não ouvi nada sobre as pessoas que contrairam o vírus da gripe A. Será este vírus é assim tão perigoso? Sinceramente não acredito que haja pessoas com esta gripe há mais de um mês, mas é só a minha opinião.

Sou uma pessoa que gosta de pensar, mas não em abstracto, gosto de coisas pragmáticas. Neste sentido, faz-me confusão tudo o que não seja claro ou faça pouco sentido. Sim, é verdade que muito do que escrevo pouco sentido pode fazer para os outros... mas para mim concerteza tem alguma importância.
Uma das coisas que me faz confusão são as ante-estreias. Ora bem, se me falassem em dia ante-estreia, eu compreendia, porque seria o dia antes da estreia. Mas não, falam sempre em ante-estreia própria, seja do que for. Então mas essa coisa está a acontecer, já é a estreia, certo? Assim quando ocorrer a estreia propriamente dita por quem de direito, já não é realmente estreia porque isso já aconteceu.
Ou então talvez fosse interessante alargar o conceito: ante-estreia do jogo de futebol Benfica vs. Sporting para a Superliga. Assim se o resultado não fosse o mais agradável para quem manipula o sistema, poderia sempre ter-se a estreia dias depois.
Hoje em dia a explosão músical é enorme... especialmente pela internet, onde tudo está largamente disponível.
No entanto, há pelo menos uns 10 anos atrás, começava eu a conhecer música e também a internet... e a descobrir o famoso download.
Imaginem só uma das primeiras músicas que me lembro de baixar... 21st Century Digital Boy dos Bad Religion.
Comprei a minha primeira guitarra
Comprei na loja dos 300
Toquei até sangrar dos dedos
Era o verão de 69
Eu e mais uns gajos lá da escola
Tivemos uma banda e esforçámo-nos a sério
O Gil saiu e o Jójó casou-se
Eu devia saber que não iriamos durar
Oh quando olho pa trás
Parece que durou pa sempre
E se eu tivesse escolha
Ya queria estar lá sempre
Foram os melhores dias na minha vida
Não adianta resmungar
Quando tens que amoxar
Passava as noites do drive-in
E foi quando te conheci
Especada no alpendre da tua mãe
Disseste que ias ficar à espera
Oh e quando agarraste a minha mão
Eu sabia que era agora ou nunca
Foram os melhores dias da minha vida
Era o verão de 69
Andava a queimar tempo
Nós eramos mancebos
e precisávamos descontrair
Acho que nada dura pa sempre - pa sempre, não
Agora os tempos estão mudando
Olho para tudo que foi e que veio
Às vezes ainda toco a guitarra
E penso em tudo o que correu mal
Especada no alpendre da tua mãe
Disseste que ias ficar à espera
Oh quando me agarraste a mão
Eu sabia que era agora ou nunca
Foram os melhores dias da minha vida
Era o verão de 69
O 1º prémio do euromilhões desta semana ronda os 58 milhões de euros.
Eu por hábito não costumo jogar, e hoje percebi que também não vale a pena. Mesmo que eu fosse o único vencedor, o dinheiro não era suficiente para comprar algo tão ridículo como Cristiano Ronaldo.
Excêntrico era Florentino Pérez querer comprar Ronaldo, e o jogador português dizer: "Não, eu é que compro o Real Madrid".

Manuel Pinho, ministro da economia, tem o seguinte pensamento: "Portugal não reagiu à crise pior do que a UE".
É tão bom saber que estes senhores não se ralam quando os outros são maus... e nós somos iguais!
Eu sinceramente não gosto de politica nem percebo nada do assunto. Aliás, eu sou da opinião de que a ditadura seria boa para mim e muito boa gente. Acredito que a ditadura fosse má para aqueles que ousavam falar mal do governo e tivessem sempre um espirito revolucionário... como eu não tenciono passar o dia a falar de governantes, parece que não teria grandes problemas com tal regime.
Mas voltemos ao que me trouxe a este post. É verdade que não ligo a politica, mas soube que houve agressões a um tal de Vital Moreira no 1º de Maio. Na sequência desses acontecimentos, o Partido Socialista exigiu ao Partido Comunista Português um pedido de desculpas, como se tivesse sido a foice que saltara de uma bandeira comunista e tivesse provocado o desacato.
Na minha singela opinião, sugiro ao Sr. Vital Moreira que exija um pedido de desculpas a José Sócrates e ao Partido Socialista... parece-me que estes sim, são os culpados do descontentamento da população.

"Empresas de energia travam investimentos nas eólicas em Portugal".
É natural, vem aí o verão e há menos vento...
Ora comecemos pelo princípio. As seguintes palavras são do bastonário da ordem dos médicos: "a actual percentagem de médicos que autorizam de forma explícita a substituição do medicamento de marca por um genérico já é excessiva".
Bem, algo está muito mal. Ou por um lado, o sr. bastonário não sabe o que um genérico, ou por outro lado, todo o sistema que engloba a EMEA e o INFARMED está obsoleto. Estou indeciso.
Avançando um pouco no tempo, aparece a iniciativa da ANF, que pretende que os farmacêuticos dispensem medicamentos genéricos sempre que os utentes pretendam poupar dinheiro, o seu e o do estado. No entanto, quer a ordem dos médicos quer a ministra da saúde, reprovaram veementemente a iniciativa, afirmando que é o médico que tem o direito de decidir e não o utente. Isto até poderia fazer algum sentido, se a eficácia dos genéricos não fosse minimamente comprovada.
Fazendo uma espécie de parentesis, é também muito interessante constatar que, os médicos trancam as receitas dizendo que não autorizam a dispensa de um medicamento genérico, quando ao mesmo tempo prescrevem um medicamento genérico. Algo imbecil, digo eu. Constata-se ainda que, quando prescrevem um medicamento genérico por DCI acompanhado de marca, sempre que a receita esteja trancada (embra haja novamente uma contradição), o utente e o farmacêutico não podem dispensar o mesmo medicamento mas de outra marca de genérico. Talvez o problema seja que certas marcas não oferecem prémios suficientemente aliciantes.
Para terminar, lembrei-me que estams em ano de eleições, e o suposto Eng. José Sócrates prometeu medicamentos genéricos gratuitamente para todos os utentes que tenham direito ao regime especial de comparticipação de medicamentos. Parece que nos últimos dias decobriram que os genéricos até não são maus de todo.
Estou eu sentado serenamente à minha secretária e a olhar para a RTP 1 onde está a ser transmitido o jogo de futebol entre o F. C. Porto e o Vitória de Setúbal.
Antes do início do jogo é pedido um minuto de silêncio em nome de qualquer coisa ou alguém, que acabei por não perceber.
Agora uma questão... qual foi a parte do "fazer um minuto de silêncio", que os adeptos não perceberam? Eu já não falo dos inergumes que assobiam, porque têm um problema bem mais grave... mas os que batem palmas? Andam com uma definição de silêncio um pouco estranha.
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